
Segundo a Fundação, essa relação, conhecida como razão de sexos, se manifesta de maneira diferente entre as faixas etárias da população. Em 2006, houve prevalência do sexo masculino até a faixa etária de 15 a 19 anos. A partir dos 20 anos, o número absoluto de mulheres superou o de homens. A explicação é pela maior esperança de vida observada para a população feminina. Outro fator que influencia são os fluxos migratórios.
Também há variação significativa da razão de sexos entre os municípios e regiões administrativas do Estado. A região metropolitana de São Paulo apresentou no ano passado a maior diferença regional entre a população masculina e a feminina (93,3 homens para cada 100 mulheres), enquanto a região administrativa de Sorocaba foi a mais equilibrada, com uma razão de sexos muito próxima a 100. Na região administrativa de Registro, havia maior participação da população masculina, com 103,2 homens para cada 100 mulheres.
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